Águas de Pina, Frida e Yemanjá
Mergulhando nas profundezas da sensibilidade humana, o solo “Águas de Pina, Frida e Yemanjá” propõe um encontro poético entre três potências femininas: a expressividade visceral de Pina Bausch, a intensidade emocional de Frida Kahlo e a força ancestral de Yemanjá. Em cena, corpo, imagem e memória se entrelaçam, revelando camadas de dor, resistência, beleza e transcendência. A performance convida o público a atravessar um rito dançante de autoconhecimento e reconexão com a natureza cíclica da existência. Com o suporte de projeções visuais e uma atmosfera imersiva, o espetáculo constrói uma estética contemporânea que ressoa as águas profundas da alma e do sagrado feminino.


Rafael DiasNatural de Araras (SP), é Escritor, Professor e Artista que transita entre Arte, Dança, Literatura e cura. Pedagogo, com especializações em Ensino de Artes e Dançaterapia, é Ator profissional (DRT 42827/SP) e Terapeuta Energético, com formação em Reiki, Cromoterapia e Reflexologia. Criador-intérprete em Dança Contemporânea, transforma emoções em poesia corporal. Possui certificações em Arteterapia, Neuroeducação, Mindfulness e Psicopedagogia, que alimentam sua busca constante por integrar Arte, Educação e Bem-estar.

Pina Bausch (1940–2009)Coreógrafa alemã, foi pioneira do Tanztheater, fundindo dança, teatro e emoção. Dirigiu o Tanztheater Wuppertal, criando obras como Café Müller e A Sagração da Primavera. Usando improvisações, explorou temas humanos profundos, influenciando a dança contemporânea globalmente.

Frida Kahlo (1907–1954)Pintora mexicana, é ícone da arte do século XX. Conhecida por autorretratos intensos, explorou dor, identidade e cultura mexicana com cores vibrantes e simbolismo. Sofreu com poliomielite e um acidente grave, que marcaram sua vida e obra. Casada com Diego Rivera, criou peças como As Duas Fridas e A Coluna Partida. Sua arte reflete feminismo, sofrimento e orgulho indígena, influenciando gerações. Morreu aos 47, deixando um legado cultural poderoso.

YemanjáÉ a rainha das águas salgadas, mãe de todos os orixás e símbolo de fertilidade, amor e proteção. Associada ao mar, é reverenciada como mãe acolhedora. No Brasil, é festejada em 2 de fevereiro, com oferendas no mar. Suas cores são azul e branco, e seu culto reflete sincretismo com a Virgem Maria. Representa força feminina e sabedoria ancestral, influenciando a cultura afro-brasileira.